LIVRO – OS INGLESES

Capa Os Ingleses

Descrição:

Lords e hooligans; gentlemen e gente do povo; chá da tarde formal e pubs nem tanto; família real e tabloides escandalosos; táxis e ônibus de dois andares trafegando pela esquerda… Esses ícones nos parecem muito familiares, assim como o futebol, que nos foi apresentado pelos ingleses. Mas será que conhecemos tão bem os habitantes da “terra da rainha”?

A dupla de historiadores Peter Burke e Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke (ele inglês, ela brasileira) nos apresenta novas faces desse povo fascinante. Para além da fama do Big Ben, os ingleses legaram para a humanidade a Magna Carta – documento de 1215 que estabeleceu as bases da democracia moderna – e transformaram o mundo com sua Revolução Industrial – embora Londres tenha 8 milhões de árvores, o que faz dela a maior “floresta urbana” do planeta; isto em um país em que a jardinagem é uma obsessão nacional.

Enfim, um país único, com fortes tradições, mas também aberto ao novo – inclusive à imigração. Os ingleses, com suas virtudes e defeitos, sua história e suas manias estão aqui de corpo inteiro. Uma leitura imperdível.

Os autores que moram em Cambridge, estarão no Brasil para o evento de lançamento amanhã, dia 30/03, em São Paulo.

O evento será na Livraria da Vila, na Alameda Lorena, 1731, a partir das 18:30.

No site da Editora Contexto você pode encontrar mais informações e comprar o livro.

Pesquisei e encontrei preços melhores no site da Saraiva e Amazon.

Fica a dica de uma ótima leitura =)

ESCOLA DA INGLATERRA MONTA EXPOSIÇÃO SOBRE A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Pôster para convocar soldados para a 1ª Guerra Mundial (Foto: Reprodução/ Remembering 1916: Life on the Western Front)

Pôster para convocar soldados para a 1ª Guerra Mundial (Foto: Reprodução/ Remembering 1916: Life on the Western Front)

A escola de garotos Whitgift, próxima a Londres, na Inglaterra, montou uma exposição com mais de 600 objetos originais da Primeira Guerra Mundial, que ocorreu entre 1914 e 1918. A exibição ‘Remembering 1916 – Life on the Western Front‘, de curadoria do professor da instituição Christopher Barnett, fica aberta até o dia 31 de agosto e marca o centenário da guerra.

A exposição conta uma sequência de histórias individuais desconhecidas de pessoas comuns por meio de objetos, alguns deles jamais colocados em exposição. São exemplares de jornais, uniformes e equipamentos originais, peças do triplano pilotado pelo Barão Vermelho (o maior piloto alemão dessa guerra), bombas, cartas, máscaras de gás e veículos militares, obras de arte, entre outros.

Uma narrativa também é criada, com o ambiente de um homem recebendo sua convocação para a guerra, retornando para casa de licença e, por último, de sua esposa sentada em uma mesa enquanto lê a carta dizendo que seu marido morreu na guerra. A exposição também ambienta as trincheiras alemãs e britânicas com o barulho de explosões e tiros ao fundo.

Como forma de homenagem, esculturas de papoilas (flor usada para homenagear militares mortos na guerra) foram feitas para todos os estudantes e professores de Whitgift que morreram durante a guerra. Também existem retratos de cidadãos de alguns dos 104 países que combateram, como lembrete de que não foi só uma batalha da Europa, mas de todo o mundo.

Fonte: G1

SAINT PATRICK’S DAY

Inúmeras pessoas saem de casa e se reúnem com os amigos nos pubs locais. Todas elas vestem roupas verdes e, logo após tomar uma cerveja e comer alguns pratos típicos, se unem a desfiles pelas cidades ao som da música típica do país. É dia 17 de março, hoje, na Irlanda, o famoso Saint Patrick’s Day, o Dia de São Patrício.

Acredita-se que ele tenha morrido no dia 17 de março do ano 493. Embora tenha sido criado na Grã-Bretanha, St. Patrick foi bem jovem enviado a Irlanda como missionário. Segundo alguns historiadores, o jovem Patrício foi sequestrado aos 16 anos por piratas irlandeses e vendido como escravo. Mas conseguiu fugir e foi parar em um monastério católico. Após seus estudos, voltou para a Irlanda para evangelizar a população local e lá ficou até sua morte. Tempos depois, São Patrício virou o santo padroeiro da Igreja Católica da Irlanda.

Na Inglaterra, os imigrantes irlandeses comemoram o St Patrick’s Day desde o século XIX e as paradas começaram a ser organizadas em diversas cidades inglesas logo após a II Guerra Mundial. Com o conflito com a Irlanda do Norte nas décadas de 1970 e 1980, no entanto, as celebrações voltaram a ser restritas à comunidade irlandesa e aconteciam em espaços mais privados, como igrejas, bares e salões.

Foi somente no final dos anos 1990 que o dia de São Patrício voltou a ser comemorado pelos ingleses em geral e hoje o santo padroeiro da Irlanda chega a ser mais celebrado que o santo da casa, São George, cuja data é 23 de abril.

Em Londres, anualmente acontece a parada de St. Patrick no domingo anterior ao dia 17 e a Trafalgar Square recebe um festival da cultura irlandesa, com música, dança, comidas típicas e atividades para toda a família. E os bares, principalmente os irlandeses, ficam cheios de “devotos” celebrando a data.

Um dos símbolos mais importantes do Saint Patrick’s Day é o trevo. A planta, que possui três folhas, foi usada por São Patrício para explicar aos irlandeses do século V o que representava a Santíssima Trindade. Por isso, muitas pessoas desenham trevos nos rostos durante as paradas que acontecem na Irlanda e em outros locais do mundo.

A cerveja (muitas vezes esverdeada através de pigmentos especiais) está sempre presente nas celebrações. No passado, 17 de março também era um dia de comemoração à cerveja, e os irlandeses resolveram juntar as duas festas em uma só. Isso explica o fato de que, por ser feriado, todos os estabelecimentos da Irlanda fecham nos dias 17 de março, menos alguns pubs.

Fontes: Cultura Inglesa / Londres para Principiantes