BRITÂNICOS ACREDITAM QUE MAIOR LEGADO É VENCER O PRECONCEITO

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Atletas Paraolímpicos que serviram as forças armadas na Inglaterra

A delegação britânica de esportes segue realizando ambientações em Belo Horizonte como preparação para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016. Na última visita, realizada em agosto, estiveram na capital mineira as equipes olímpicas de esgrima e canoagem e os times paraolímpicos de tiro esportivo, tiro com arco, triatlo e futebol de 7.

Os ingleses também aproveitaram a estadia em BH para participar de uma mesa redonda, promovida no Minas Tênis Clube,  sobre o esporte paraolímpico. Estiveram presentes no evento o presidente do Minas, Luiz Gustavo Lage, o Secretário de Estado de Esportes do Governo do Estado, Carlos Henrique Alves da Silva, o Secretário Municipal de desenvolvimento da prefeitura de BH, Eduardo Bernis, além de membros da diplomacia britânica no Brasil, integrantes da Associação Paraolímpica Britânica (BPA – sigla em inglês), e membros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Por conta de toda dificuldade e preconceito que rodeiam os atletas com deficiência, os britânicos acreditam que o maior legado que as Paraolimpíadas podem trazer é a mudança na forma de enxergar não só os para-atletas, mas pessoas com deficiência de uma forma geral.

Não temos que tratar esses atletas de uma forma diferente. As pessoas têm necessidades especiais porque é a própria sociedade que impõem essas barreiras. Se dermos a todos um tratamento igualitário, vamos eliminar muito desse preconceito. Não sei se temos um trabalho tão maravilhoso (na Inglaterra). Temos muito para conquistar para superar essas diferenças. Temos que ter sobre os atletas paraolímpicos as expectativas que teríamos se eles fossem atletas normais”, declara o técnico do futebol de 7 inglês, Jeff Davies.

A gerente de Pré-Jogos da Associação Paraolímpica Britânica (BPA – sigla em inglês), Liz Mendl, ressaltou a importância das Paraolimpíadas de Londres para uma maior aceitação do esporte e das pessoas na Grã-Bretanha.

Os Jogos Paraolímpicos de 2012 foram inspiradores para o nosso país. Esperamos que fique esse legado aqui no Brasil também. Nós acompanhamos as Paraolimpíadas de Atenas (2004) e Pequim (2008) e vimos alguns espaços vazios nas arenas de competição. Em Londres (2012), foi a primeira vez nas Paraolimpíadas que os estádios tiveram todos os espaços ocupados, não havia nenhum espaço vazio. Foi incrível o reconhecimento do esporte Paraolímpico. Atualmente, 66% dos ingleses consideram que esporte Paraolímpico aumenta a inclusão e a percepção sobre as pessoas com deficiência”, declara.

Em janeiro, a canoagem retorna para mais uma etapa de treinamentos na capital mineira. Em março, é a vez do atletismo, da esgrima de cadeira de rodas e do triatlo desembarcarem em Belo Horizonte para realizar a ambientação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

Fonte: OTempo

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